Neste poema Mário de Sá-Carneiro continua uma espécie de auto-desilusão, num curioso poema que recorre a muitos elementos do teatro (panos, cortinas, mutações...); voltamos a ele depois do episódio 22 que tinha sido sobre o poema erótico "Como eu não possuo".
Este é o video-poema 24 de 365 que faremos este ano.
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Nuno Meireles
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