sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
leitura encenada de "Uma Carta a Cassandra" de Pedro Eiras 17 Fev 22h Gato Vadio
Uma Carta a Cassandra
de Pedro Eiras
Leitura encenada
por Cláudia Marisa Oliveira e Nuno Meireles
seguida de conversa com o autor
Uma carta de um soldado (americano, português?) que está numa base (iraquiana?, no deserto?) à sua namorada Vera (que tudo percebe)
José escreve uma carta a Vera
José
"Estou com remorsos de te escrever uma carta tão triste. Quando peguei na esferográfica, pensei que te ia mandar boas notícias. Mas as cartas têm uma forças estranha, desobedecem à nossa vontade e dizem o que lhes apetece."
Vera
"A tua carta desobedeceu à tua vontade, José, e disse o que lhe apetece. Que disse a tua carta, José, contra a tua vontade?"
quinta-feira, 17 de Fevereiro, 2011 - 22h
entrada livre
Gato Vadio, Rua do Rosário, 281, Porto
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Sessão de poesia terça 30 de Novembro: O ANO DA MORTE DE FERNANDO PESSOA
Afinal, como escreveu Álvaro de Campos "morrer é só não ser visto".
Fernando Pessoa deixou de "ser visto" há 75 anos, em 30 de Novembro de 1935, e na sua última frase escrita deixou mais uma questão: "I know not what tomorrow will bring".
Esboçaremos a resposta numa importante sessão composta por poemas e textos autobiográficos do Pessoa ele-mesmo, percorrendo em cerca de 60 minutos os 47 anos de um homem que sozinho foi tudo: Orfeu, mar salgado, mito, sonho, noite antiquíssima, sol dourado sem filosofia, desassossego, canção de beber, cansaço, heteronímia..., e no fim da viagem:
"Estou reclinado na poltrona, é tarde, o verão apagou-se...
Nem sonho, nem cismo, um torpor alastra em meu cérebro... (...)"
Selecção dos textos e leitura:
Nuno Meireles
Data e local: 30/11/2010 às 21,30h. no Palacete dos Viscondes de Balsemão (Pç. Carlos Alberto), com projecção de imagens.
Entrada: 2 €. Informações: 222023071
Ir é preciso. Faltar não é preciso.
POETRIA
Fernando Pessoa deixou de "ser visto" há 75 anos, em 30 de Novembro de 1935, e na sua última frase escrita deixou mais uma questão: "I know not what tomorrow will bring".
Esboçaremos a resposta numa importante sessão composta por poemas e textos autobiográficos do Pessoa ele-mesmo, percorrendo em cerca de 60 minutos os 47 anos de um homem que sozinho foi tudo: Orfeu, mar salgado, mito, sonho, noite antiquíssima, sol dourado sem filosofia, desassossego, canção de beber, cansaço, heteronímia..., e no fim da viagem:
"Estou reclinado na poltrona, é tarde, o verão apagou-se...
Nem sonho, nem cismo, um torpor alastra em meu cérebro... (...)"
Selecção dos textos e leitura:
Nuno Meireles
Data e local: 30/11/2010 às 21,30h. no Palacete dos Viscondes de Balsemão (Pç. Carlos Alberto), com projecção de imagens.
Entrada: 2 €. Informações: 222023071
Ir é preciso. Faltar não é preciso.
POETRIA
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
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