quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Sessão de Poesia - Súmula- 21 de Dezembro 17.30 no Gato Vadio

Súmula
Passado quase um ano de colaborações, que vão de Alberto Caeiro a Djuna Barnes, um quase ano de discurso de poetas que não será senão o nosso próprio discurso, a quem damos voz para que haja voz que diga aquilo, passado este quase ano, este imprevisível ano, apetece dizer no meio dos livros que, como no verso de Herberto Helder, humildemente merecemos a poesia.

sábado, 29 de novembro de 2008

Opiário + Ode Triunfal FOLHA DE SALA


É antes do ópio que a minha alma é doente

Opiário

À dolorosa luz das grandes lâmpadas eléctricas da fábrica

Tenho febre e escrevo

Ode Triunfal

São conhecidas as características de fingimento e ficção na obra poética de Fernando Pessoa.

Nessa dramaturgia, em que Álvaro de Campos representa um poderoso lado (porventura o mais histérico, segundo palavras do próprio Pessoa), encontramos nos seus poemas verdadeiros monólogos - como é o caso destes dois poemas escritos em contraponto (e em complemento) um com o outro, Opiário e Ode Triunfal, e publicados num mesmo primeiro número do Orpheu.

Intensos e febris monólogos, parece-nos que estão à espera de serem ditos e à espera muito especialmente – como o mesmo Álvaro de Campos – de terem uma existência própria.

DIRECÇÃO/INTERPRETAÇÃO NUNO MEIRELES

ILUSTRAÇÃO DO CARTAZ ANTÓNIO SANTOS

DESIGN GRÁFICO ENZO MEIRELES

DESIGN DE LUZ NUNO MEIRELES E RUI OLIVEIRA SEGUNDO IDEIA DE ANTÓNIO SANTOS

OPERAÇÃO LUZ/SOM RUI OLIVEIRA

MÚSICA PIOTR ILITCH TCHAIKOVSKI

AGRADECIMENTOS ACARO, ANA SALTÃO, RUI OLIVEIRA E RESTANTE EQUIPA DO CONTAGIARTE PELO APOIO E RECEPÇÃO DA IDEIA; E A MARGARIDA FERNANDES PELAS CHAMADAS DE ATENÇÃO AO OURO QUE ESPREITAVA POR ENTRE OS NEGRUMES DA MINA

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Opiário + Ode Triunfal

Para breve, no Contagiarte, no Porto.

Álvaro de Campos na sua viagem ao Oriente de dentro e triunfal fúria e eia! e hurrah! e hup-lá! e a vontade de ser toda a gente e toda a parte.